A convocação da Assembleia de Westminster

Por John Murray

Deve ser admitido, sem receio de contradições inteligentes, que a Confissão de Fé de Westminster e os Catecismos Maior e Breve constituem as mais excelentes formulações confessionais da fé cristã que a igreja de Cristo já produziu. Isso não significa negar que, em determinados aspectos, alguns outros credos possam superar esses padrões de Westminster, nem implica afirmar que tais padrões tenham alcançado um grau de perfeição tão elevado que não possam, de forma alguma, ser aperfeiçoados. Significa, porém, que eles são as mais perfeitas exposições confessionais da verdade revelada nas Sagradas Escrituras que possuímos. Muitas pessoas estão familiarizadas com a Confissão e os Catecismos e, ainda assim, sabem muito pouco acerca da história da Assembleia que produziu esses documentos.

Um dos Parlamentos mais importantes que já existiram na Inglaterra foi o que ficou conhecido como o Longo Parlamento. Ele permaneceu em atividade de novembro de 1640 até ser dissolvido por Oliver Cromwell em abril de 1653. Foi esse Parlamento o responsável pela convocação da Assembleia de Teólogos de Westminster.

Pouco depois de o Longo Parlamento iniciar seus trabalhos, a Câmara dos Lordes nomeou uma comissão composta por dez bispos e vinte pares leigos para considerar todas as inovações introduzidas na igreja no que dizia respeito à religião. Durante o outono e o inverno de 1641, foi elaborado o documento que ficou conhecido como a Grande Representação (Grand Remonstrance) da Câmara dos Comuns. Nessa representação, expressou-se o desejo de que houvesse “um Sínodo Geral dos mais sérios, piedosos, eruditos e prudentes teólogos desta ilha, auxiliados por alguns vindos de outras regiões que professam a mesma religião que nós, para considerar todas as coisas necessárias à paz e ao bom governo da Igreja”.

Em 1642, uma declaração do Parlamento da Inglaterra foi enviada à Assembleia Geral da Igreja da Escócia. Essa declaração continha um apelo para a prevenção da guerra civil. A resposta da Assembleia Geral da Igreja da Escócia lamentava a lentidão com que avançava a reforma da religião e sustentava que a religião não é apenas o meio pelo qual Deus é servido e as almas são salvas, mas também “a base e o fundamento dos reinos e dos Estados”. A resposta também reiterava o apelo para que, “em todos os domínios de Sua Majestade, houvesse uma só Confissão de Fé, um só Diretório de Culto, um só Catecismo Público e uma só forma de Governo Eclesiástico”.

Em 19 de abril de 1642, a Câmara dos Comuns determinou que fossem apresentados à Casa os nomes de teólogos aptos a serem consultados. Em menos de uma semana, essa lista foi concluída. Ela era composta por dois teólogos de cada condado da Inglaterra, dois de cada universidade, dois das Ilhas do Canal, um de cada condado do País de Gales e quatro da cidade de Londres.

Em 9 de maio daquele ano, o projeto de lei para a convocação de uma assembleia de teólogos foi apresentado à Câmara dos Comuns. A Câmara dos Lordes fez pequenas alterações no projeto, e quatorze nomes foram acrescentados à lista de teólogos. Em 1º de junho, o projeto já havia sido aprovado por ambas as Casas do Parlamento. Entretanto, o consentimento do rei foi negado. Outros dois projetos tiveram o mesmo destino. Então, ambas as Casas recorreram ao método de Ordenança (Ordinance), exercendo sua própria autoridade. Em 12 de junho de 1643, essa Ordenança para a convocação de uma assembleia foi aprovada por ambas as Casas. Considerando o grande interesse e a importância ligados a essa Ordenança, convém citar aqui parte de seu texto. Ela diz o seguinte:

  • “Considerando que, entre as infinitas bênçãos do Deus Todo-Poderoso sobre esta nação, nenhuma é ou pode ser mais preciosa para nós do que a pureza de nossa religião; e considerando que ainda permanecem na Liturgia, na Disciplina e no Governo da Igreja muitas coisas que necessariamente requerem uma reforma adicional e mais perfeita do que aquela que até agora foi alcançada; e considerando que foi declarado e resolvido pelos Lordes e Comuns reunidos em Parlamento que o atual governo da Igreja por arcebispos, bispos, seus chanceleres, comissários, deões, reitores e cônegos, arcediáconos e outros oficiais eclesiásticos dependentes da hierarquia é mau, justamente ofensivo e oneroso para o reino, um grande impedimento à reforma e ao crescimento da religião, e extremamente prejudicial ao estado e ao governo deste reino; e que, portanto, eles resolveram que o mesmo seja removido e que seja estabelecido na Igreja um governo que seja mais conforme à santa Palavra de Deus, mais apto a promover e preservar a paz da Igreja no país, e a aproximá-la em maior concordância com a Igreja da Escócia e com as demais Igrejas Reformadas no exterior; e, para melhor efetivar esse propósito, bem como para defender e esclarecer a doutrina da Igreja da Inglaterra de todas as falsas calúnias e acusações, considera-se apropriado e necessário convocar uma Assembleia de teólogos eruditos, piedosos e prudentes, os quais, juntamente com alguns membros de ambas as Casas do Parlamento, deverão deliberar e aconselhar acerca de tais matérias e assuntos relacionados às questões acima mencionadas que lhes forem submetidos por ambas ou por qualquer uma das Casas do Parlamento, e apresentar seu parecer e conselho a ambas ou a qualquer uma das referidas Casas, sempre que e quantas vezes forem para isso requisitados.”

O Capítulo XXIII da Confissão de Fé de Westminster trata “Do Magistrado Civil”. A Seção III desse capítulo diz o seguinte: “O magistrado civil não pode assumir para si a administração da Palavra e dos sacramentos, nem o poder das chaves do reino dos céus; contudo, possui autoridade, e é seu dever, zelar para que a unidade e a paz sejam preservadas na Igreja; para que a verdade de Deus seja mantida pura e íntegra; para que todas as blasfêmias e heresias sejam reprimidas; para que todas as corrupções e abusos no culto e na disciplina sejam prevenidos ou reformados; e para que todas as ordenanças de Deus sejam devidamente estabelecidas, administradas e observadas. Para melhor alcançar esses fins, ele tem o poder de convocar sínodos, estar presente neles e providenciar para que tudo o que neles for deliberado esteja de acordo com a mente de Deus”. A última frase dessa seção constitui a defesa, por parte da Assembleia de Westminster, daquela Ordenança do Parlamento Inglês de 1643, em conformidade com a qual a Assembleia foi convocada em 1º de julho daquele ano. A Assembleia de Westminster foi uma criação do Longo Parlamento.

Os teólogos de Westminster, naturalmente, não consideravam a autoridade do Parlamento nem a de qualquer magistrado civil como essencial para a convocação de uma assembleia como a Assembleia de Westminster. No Capítulo XXXI, que trata “Dos Sínodos e Concílios”, os teólogos também afirmaram: “Assim como os magistrados podem legitimamente convocar um sínodo de ministros e outras pessoas aptas para consultar e aconselhar sobre assuntos de religião, também, se os magistrados forem inimigos declarados da Igreja, os ministros de Cristo, por si mesmos, em virtude de seu ofício, ou eles juntamente com outras pessoas aptas, mediante delegação de suas igrejas, podem reunir-se em tais assembleias” (Seção II). Não obstante, a Assembleia de Westminster foi, de fato, convocada por meio de uma Ordenança do Parlamento.

A Assembleia era composta por cerca de cento e cinquenta membros. Trinta deles eram membros do Parlamento; os demais eram teólogos que representavam os principais partidos do protestantismo inglês, com exceção daquele associado ao arcebispo Laud.

A Assembleia foi convocada para reunir-se em 1º de julho de 1643. Dois dias antes da reunião, foi emitida uma proclamação real proibindo o encontro. Apesar dessa interdição real, sessenta e nove dos membros nomeados compareceram. Eles se reuniram na Abadia de Westminster para um culto público, e ambas as Casas do Parlamento suspenderam suas sessões para participar do serviço de adoração. O Dr. Twisse, presidente (prolocutor) da Assembleia, pregou o sermão. Após o culto, os membros da Assembleia reuniram-se na Capela de Henrique VII. A Assembleia foi então adiada até o dia 6 de julho.

Certas instruções para a condução dos trabalhos da Assembleia foram elaboradas por ambas as Casas do Parlamento em consulta com alguns dos teólogos. Conforme registradas por John Lightfoot, membro da Assembleia, elas eram as seguintes:

(1) Que dois assessores fossem associados ao presidente (prolocutor), para substituí-lo em caso de ausência ou enfermidade.

(2) Que fossem nomeados secretários para registrar todos os procedimentos, e que estes fossem teólogos não pertencentes à Assembleia, a saber, o Sr. Henry Robens e o Sr. Adoniram Byfield.

(3) Que cada membro, ao ingressar pela primeira vez na Assembleia, fizesse uma séria e solene declaração de que não sustentaria nada além daquilo que sinceramente acreditasse ser a verdade, uma vez que esta lhe fosse demonstrada.

(4) Que nenhuma decisão fosse tomada sobre qualquer questão no mesmo dia em que ela fosse apresentada pela primeira vez.

(5) Que tudo aquilo que alguém se comprometesse a provar como necessário deveria ser fundamentado nas Escrituras.

(6) Que ninguém prosseguisse em qualquer debate depois que o presidente lhe ordenasse silêncio, a menos que a Assembleia desejasse que ele continuasse.

(7) Que a ninguém fosse negado o direito de registrar sua divergência em relação à Assembleia, bem como as razões dessa divergência, em qualquer ponto, depois que este tivesse sido debatido pela Assembleia; e que tal divergência, se o dissidente assim desejasse, fosse encaminhada às Casas do Parlamento pela própria Assembleia, e não por qualquer indivíduo ou grupo de indivíduos em caráter privado, sempre que qualquer das Casas o requisitasse.

(8) Que todas as matérias acordadas e preparadas para o Parlamento fossem lidas publicamente e aprovadas pela Assembleia, sendo então apresentadas como o juízo da Assembleia, desde que a maioria concordasse. Ficava estabelecido, porém, que a opinião das pessoas dissidentes, juntamente com as razões apresentadas em seu favor, deveria ser anexada ao documento, caso os dissidentes assim o requeressem, bem como as respostas dadas pela Assembleia a essas razões, se alguma tivesse sido apresentada.

Quando a Assembleia reuniu-se em 8 de julho, a seguinte declaração solene foi prestada por cada membro: Lordes, Comuns e teólogos: “Eu, A.B., protesto séria e solenemente, na presença do Deus Todo-Poderoso, que, nesta Assembleia, da qual sou membro, não sustentarei, em matéria de doutrina, nada além daquilo que considero, em minha consciência, ser a verdade; nem, em matéria de disciplina, nada além daquilo que julgar contribuir mais para a glória de Deus e para o bem e a paz de Sua Igreja”. Deve-se observar que essa declaração tinha a natureza de um juramento solene. Seria desejável que todos fossem animados pelo espírito que inspirou sua redação e pela firme determinação expressa em sua prestação.

De acordo com as disposições da Ordenança citada anteriormente, a Assembleia ocupou-se, em grande parte, durante os três primeiros meses de seus trabalhos, com a revisão dos Trinta e Nove Artigos da Igreja da Inglaterra.

Um dos relatos mais interessantes que possuímos acerca do trabalho efetivo da Assembleia foi-nos deixado por Robert Baillie, um dos comissários escoceses junto à Assembleia. Trata-se de um testemunho escrito por alguém singularmente qualificado para descrevê-lo, oferecendo-nos uma amostra vívida dos procedimentos adotados nas sessões da Assembleia. Sob a data de 7 de dezembro de 1643, Baillie escreveu:

  • “Na segunda-feira pela manhã, enviamos às duas Casas do Parlamento uma solicitação formal para que nos autorizassem a tomar assento na Assembleia. Isso foi prontamente concedido, e o Sr. Henderson apresentou a autorização ao presidente. Este enviou três de seus membros para nos acompanhar até a Assembleia. Ali, nenhum mortal pode entrar para ver ou ouvir, muito menos para sentar-se, sem uma autorização escrita de ambas as Casas do Parlamento. Quando fomos introduzidos, o Dr. Twisse fez um longo discurso de boas-vindas, referindo-se à nossa chegada após uma viagem tão longa e perigosa por mar e terra, em uma época do ano tão desfavorável. Quando terminou, sentamo-nos nos lugares que desde então continuamos a ocupar. Jamais vi nada semelhante àquela Assembleia e, pelo que ouvimos dizer, nada igual jamais existiu na Inglaterra, nem é provável que venha a existir tão cedo em qualquer outro lugar. Eles se reuniam na Capela de Henrique VII, no local onde costumava reunir-se a Convocação; mas, quando o clima tornou-se frio, passaram a reunir-se na Câmara de Jerusalém, uma bela sala na Abadia de Westminster, situada junto ao vestíbulo do colégio, porém mais ampla. Na extremidade mais próxima da porta, e ao longo de ambos os lados, havia fileiras de assentos elevadas, semelhantes às da nova Casa da Assembleia em Edimburgo, embora não tão altas; havia espaço para apenas cerca de cem a cento e oitenta pessoas. Na extremidade superior da sala havia uma cadeira colocada sobre uma plataforma elevada cerca de trinta centímetros do chão, destinada ao presidente, Dr. Twisse. Diante dela, no piso, encontravam-se duas cadeiras para os dois assessores, Dr. Burgess e Sr. Whyte. À frente dessas duas cadeiras, ao longo de toda a extensão da sala, havia uma mesa onde se sentavam os dois secretários, Sr. Byfield e Sr. Roborough. A sala era bem decorada com tapeçarias e possuía uma boa lareira acesa, o que, em Londres, era considerado um luxo. Em frente à mesa, à direita do presidente, havia três ou quatro fileiras de bancos. No banco mais baixo, nós cinco nos sentávamos. Nos demais, atrás de nós, sentavam-se os membros do Parlamento designados para a Assembleia. Nos bancos à nossa frente, à esquerda do presidente, estendendo-se desde a extremidade superior da sala até a lareira, e depois ao longo da outra extremidade da sala, por trás da mesa, até alcançar novamente os nossos lugares, havia quatro ou cinco níveis de assentos nos quais os teólogos tomavam lugar conforme desejassem, embora geralmente mantivessem os mesmos lugares. Da lareira até a porta não havia assentos, mas um espaço livre para circulação. Os lordes do Parlamento costumavam sentar-se em cadeiras nesse espaço, próximos ao fogo. Reunimo-nos todos os dias da semana, exceto aos sábados. Normalmente permanecemos reunidos das nove da manhã até uma ou duas horas da tarde. O presidente faz uma breve oração no início e no final da sessão. Como todos sabem, ele é muito erudito nas questões que estudou, um homem excelente, amado por todos e altamente estimado; porém, é essencialmente um estudioso dos livros e, ao que parece, pouco habituado à oração espontânea, sendo um dos menos aptos de toda a companhia para qualquer função prática. Assim, depois da oração, permanece em silêncio. Foi uma hábil manobra daqueles que dirigiam a maioria dos assuntos em favor de seus próprios interesses colocarem deliberadamente um homem assim na presidência. Um dos assessores, nosso bom amigo Dr. Whyte, esteve incapacitado pela gota desde a nossa chegada; o outro, Dr. Burgess, homem muito ativo e perspicaz, desempenha, na medida do apropriado, as funções do presidente. Geralmente estão presentes mais de sessenta teólogos. Eles são divididos em três comissões, sendo que cada membro pertence a uma delas. Ninguém é impedido de participar de qualquer uma das três, se assim desejar. Cada comissão, quando recebe do Parlamento uma ordem escrita para examinar determinada questão, assume uma parte do trabalho e, em suas reuniões vespertinas, prepara os assuntos para a Assembleia, formulando conclusões em proposições distintas e sustentando cada uma delas com textos das Escrituras. Após a oração, o secretário Sr. Byfield lê a proposição e os textos bíblicos correspondentes, e então a Assembleia passa a debater o assunto de maneira extremamente séria e ordeira. Ninguém é chamado para falar; quem deseja fazê-lo simplesmente levanta-se e fala pelo tempo que julgar necessário, sem interrupção. Se dois ou três se levantam ao mesmo tempo, os teólogos, de maneira informal, chamam pelo nome daquele que desejam ouvir primeiro; aquele cujo nome recebe o maior e mais claro apoio é quem fala. Ninguém dirige sua fala a outro membro, mas apenas ao presidente. Os discursos são longos e extremamente eruditos. Eles estudam cuidadosamente as questões de antemão e preparam seus pronunciamentos; contudo, são também extraordinariamente rápidos de raciocínio e eloquentes. Admiro-me das respostas extremamente precisas e improvisadas que muitos deles costumam apresentar. Quando, sobre cada proposição e sobre cada texto bíblico apresentado em sua defesa, todos os que desejam falar já expuseram plenamente sua opinião, e depois que réplicas, tréplicas e demais respostas foram ouvidas, a maioria passa a clamar: ‘À questão!’. Então Byfield, o secretário, levanta-se da mesa e dirige-se à cadeira do presidente. Este lê a proposição do livro do secretário e diz: ‘Todos os que consideram que a questão está corretamente formulada nesta proposição, digam Sim’. Depois de ouvir os votos favoráveis, acrescenta: ‘Os que pensam de outro modo, digam Não’. Se a diferença entre sim e não for clara, como geralmente acontece, a questão é registrada pelos secretários, e a Assembleia passa a debater o primeiro texto bíblico apresentado como prova da proposição. Se os votos parecerem equilibrados, o presidente diz: ‘Todos os que votam Sim, levantem-se’. Enquanto permanecem em pé, o secretário e outros contam os votos. Depois que se sentam, os que votaram ‘não’ são convidados a levantar-se e também são contados. Esse método é suficientemente claro e economiza muito tempo que, de outro modo, seria gasto na leitura nominal dos participantes. Uma vez decidida uma questão, não há mais debate sobre ela. Se alguém tentar retornar ao assunto, é imediatamente advertido pelo assessor ou por vários outros membros que clamam ao mesmo tempo: ‘À ordem! À ordem!’. Ninguém contradiz outro membro mencionando-o nominalmente; ao contrário, todos se dirigem com grande discrição ao presidente e, no máximo, referem-se genericamente ao ‘reverendo irmão que falou por último’, ou ‘que falou deste lado’, ‘daquele lado’, ‘acima’ ou ‘abaixo’. Achei conveniente, de uma vez por todas, dar-lhes uma ideia da forma externa de funcionamento dessa Assembleia. Eles seguem o modelo de seu Parlamento. Muito de seu método é bom e digno de nossa imitação. Apenas sua excessiva morosidade é lamentável em um momento como este, quando sua Igreja e seu reino se encontram mergulhados em uma anarquia e confusão extremamente deploráveis. Eles percebem a enorme responsabilidade que possuem ao estabelecer para sua nação, para todo o futuro, uma nova forma de culto e disciplina eclesiástica. Consideram que não poderiam prestar contas diante de Deus se não examinassem cuidadosamente e com a devida calma cada um de seus pontos”.

Fonte

The Calling of the Westminster Assembly, por John Murray.


A convocação da Assembleia de Westminster está licenciado sob CC BY-NC-ND 4.0 © 2026 por Instituto Genebra de Estudos Reformados.

Para a glória de Deus e a expansão do reino de Jesus Cristo.


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