Capítulo 30: Das censuras eclesiásticas

1. O Senhor Jesus, como Rei e Cabeça de Sua Igreja, instituiu um governo nas mãos de oficiais da Igreja, que é distinto do magistrado civil [1].

Provas bíblicas:

  • [1] Isaías 9:6-7; 1 Timóteo 5:17; 1 Tessalonicenses 5:12; Atos 20:17,28; Hebreus 13:7, 17,24; 1 Coríntios 12:28; Mateus 28:18-20.

2. A esses oficiais são confiadas as chaves do reino do céu. Em virtude disso eles têm, respectivamente, poder de reter e perdoar pecados; de fechar este reino aos impenitentes, tanto pela Palavra quanto pelas censuras; de abri-lo aos pecadores penitentes, pelo ministério do evangelho e pela absolvição das censuras, conforme as circunstâncias o exigirem.

Provas bíblicas:

  • [1] Mateus 16:19; Mateus 18:17-18; João 20:21-23; 2 Coríntios 2:6-8.

3. As censuras eclesiásticas são necessárias para recuperar e reconquistar aos irmãos ofensores; para dissuadir outros de praticarem ofensas semelhantes; para limpar daquele fermento que poderia contaminar toda a massa; para vindicar a honra de Cristo e a santa profissão do evangelho; e para evitar a ira de Deus, que poderia com justiça cair sobre a Igreja, se ela permitisse que Seu pacto e Seus selos fossem profanados por notórios e obstinados transgressores [1].

Provas bíblicas:

  • [1] 1 Coríntios 5; 1 Timóteo 5:20; Mateus 7:6; 1 Timóteo :20; 1 Coríntios 11:27-34 com Judas 23.

4. Para a melhor consecução destes fins, os oficiais da Igreja devem proceder com admoestação, suspensão temporária do sacramento da Ceia do Senhor e excomunhão da Igreja, de acordo com a natureza do delito e do demérito da pessoa [1].

Provas bíblicas:

  • [1] 1 Tessalonicenses 5:12; 2 Tessalonicenses 3:6,14-15; 1 Coríntios 5:4-5,13; Mateus 18:17; Tito 3:1.

Site desenvolvido com WordPress.com.

Acima ↑