O ESPINHO NA CARNE DE PAULO.

INTRODUÇÃO.

O que era o espinho na carne de Paulo? Não há um consenso entre os estudiosos do Novo Testamento. O que há, na verdade, são possíveis explicações sobre o que poderia ter sido esse espinho com base no que o Novo Testamento apresenta. A palavra grega traduzida por espinho é σκόλοψ (skólops) e significa espinho ou estaca.[1] Esta palavra grega aparece no Novo Testamento apenas aqui.[2] Nos papiros e inscrições antigas ela significa lascas ou espinho.[3] Na Septuaginta ocorre três vezes (Os 2.6; Ez 28.24; Nm 33.55).[4]

Há duas palavras em grego que significam “carne”: σάρξ (sarx) e σῶμα (soma). Comumente, no Novo Testamento, mormente nas epístolas paulinas, a palavra sarx é usada para denotar o elemento pecador da natureza humana em oposição ao Espírito (Mt 16.17; Rm 6.19). Estar “na carne” denota uma pessoa não renovada (Rm 7.5. 8.8-9). Do mesmo modo, viver “de acordo com a carne” é viver e agir de maneira pecaminosa (Rm 8.4, 5, 7, 12). [5] A palavra soma é uma referência geral ao corpo humano como sendo criatura. Veremos mais detalhes sobre estas palavras na próxima seção.

A respeito do que seria esse espinho, existem três opiniões majoritárias entre os estudiosos do Novo Testamento. Alguns acham que se tratava de uma doença; outros acham que se tratava de uma tentação; outros pensam que era uma alusão às perseguições sofridas por Paulo. Cada uma das opiniões possui algum embasamento bíblico. A chave para entender este texto é a palavra “carne”. Se “carne” for uma referência à natureza humana corrompida pelo pecado, então esse espinho não era algo físico; mas se “carne” for uma referência ao corpo físico de Paulo, então o espinho era algo afligia seu corpo mortal.

1. O espinho pode ter sido uma doença.

Se o termo “carne” é uma referência ao corpo físico, então o espinho pode ter sido uma doença, como dor de ouvido, de cabeça, problemas nas vistas, epilepsia ou febre crônica.[6] A palavra grega para carne no texto grego é σάρξ (sarx). Na literatura grega, a palavra sarx normalmente significava nada mais que o corpo humano. Também foi usada dessa forma no Novo Testamento (Jo1.14; Ap 17.16, 19.18,21).[7] No entanto, Paulo usa muitas vezes a palavra para se referir à natureza humana corrompida pelo pecado. Timothy Keller diz o seguinte sobre a palavra:[8]

“Carne” traduz o termo grego sarx, interpretado em algumas versões bíblicas como “natureza humana”. A carne, no Novo Testamento, quando oposta ao Espírito, não se refere à nossa natureza física em oposição à nossa natureza espiritual, mas ao aspecto do nosso ser como um todo que anseia pelo pecado, em oposição ao aspecto que anseia por Deus. Sarx é nosso coração pecaminoso. Ou antes, a parte ou o aspecto do nosso coração que ainda não foi renovado pelo Espírito. (grifo nosso).

Além da palavra sarx, existe outra palavra grega que significa corpo, a palavra σῶμα (soma) (1Co 6). Esta palavra refere-se à personalidade completa, o homem enquanto criatura.[9] No entanto, a questão linguística não resolve o problema, ao contrário, lança mais dúvidas. Se Paulo usa a palavra sarx em referência à sua natureza corrompida (o que favoreceria nossa próxima opção de interpretação), então o espinho seria uma tentação. No entanto, vimos que sarx é usada em mais de um sentido: além de se referir à natureza corrompida, sarx pode se referir meramente ao corpo físico de uma pessoa.

Uma parcela dos estudiosos do Novo Testamento acha que se tratava de uma doença física de Paulo, talvez a mesma de Gl 4.13-15; 1Co 2.3; 2Co 10.10.[10] É com base nestes textos bíblicos, mormente Gl 4.13, que uma boa parte dos estudiosos alega que se tratava de problemas nas vistas. Além desses problemas outras enfermidades são sugeridas: malária, epilepsia, enxaqueca, dor de cabeça ou febre crônica, induzindo fraqueza e aparência repulsiva (2Co 10.10).[11] Provavelmente era algo pessoal, afetando-o pessoalmente e não como apóstolo, causando dor aguda (como o “espinho” implica) e vergonha (“bofete”, como os escravos eram golpeados, 1Pe 2.20).[12]

Vamos nos atentar ao texto de Gl 4.13-15, pois há um detalhe importante a ser considerado. Vejamos o que o texto diz:

E vós sabeis que vos preguei o evangelho a primeira vez por causa de uma enfermidade física. E, posto que minha enfermidade na carne vos foi uma tentação, contudo, não me revelastes desprezo nem desgosto; antes, me recebestes como anjo de Deus, como o próprio Cristo Jesus. Que é feito, pois, da vossa exultação? Pois vos dou testemunho de que, se possível fora, teríeis arrancado os  próprios olhos para mos dar. (grifos nossos).

A respeito da “enfermidade física” existem três tentativas de explica-las: 1). Poderia ter sido uma doença contraída a caminho da Galácia; 2). Uma consequência de ter ficado cego na estrada para Damasco (At 9. 3,8) e 3). Uma consequência de ter sido apedrejado (At 14.19).[13] Alguns chegam a sugerir que Paulo estava praticamente cego. Caso fosse assim, isso explicaria a referência aos olhos, como ao tamanho de suas letras, mencionado Gl 6.11.[14].

2. O espinho pode ter sido uma tentação.

Se o termo “carne” é uma referência à natureza corrompida pelo pecado, então esse espinho pode ter sido algum tipo de tentação.[15] Paulo diz que o espinho lhe foi posto para que não se “ensoberbecesse com a grandeza das revelações” e completa dizendo “a fim de que não me exalte”. Ao que parece, o apóstolo estava passando por tentações que o levavam à soberba, isto é, orgulho e arrogância. Essa era a opinião de Lutero e Calvino. Para eles, o espinho tratava-se de problemas espirituais com sua natureza caída, isto é, “na carne”.[16]

A soberba ou arrogância é considerada pela Escritura como pecado (Sl 19.13; Pv 11.2, 13.10; Dn 4.37; Mc 7.22). Um dos deveres e qualificações dos presbíteros (ou bispos)[17] é que não sejam arrogantes (Tt 1.7.). O Novo Testamento diz que Deus resiste aos soberbos (Tg 4.6). Rejeição é o que Deus faz para com os soberbos, orgulhosos e altivos (Jó 40.10-12; Sl 138.6; Pv 6.16-17, 29.23; Is 2.11-12; Mt 23.12; Lc 1.52). Foi isso que ele fez contra Faraó (Êx 10.3-4, 18.11); contra o arrogante rei da Assíria (Is 57.12-12); contra Nabucodonosor, que se exaltou (Dn 4.37, 5.20-21); com o arrogante fariseu (Lc 18.14) e com o vaidoso Herodes (At 12.21-23).[18]

No tópico anterior vimos a definição da palavra grega sarx e seus usos. Vimos que ela é usada no Novo Testamento para se referir tanto ao corpo humano como para a natureza humana corrompida. Caso Paulo tenha usado essa palavra para se referir à sua natureza pecaminosa, esse uso favorece a ideia de que o espinho se tratava de uma tentação. Entretanto, essa palavra grega é usada em mais de um significado dentro do Novo Testamento, dificultando assim nossa compreensão do texto.

3. O espinho pode ter sido as perseguições.

Se a expressão “espinho na carne” for figurada, pode referir-se à perseguição ou às oposições.[19] Uma parte dos estudiosos pensa que a expressão fosse uma referência aos inimigos, tendo em mente o contexto bíblico em que está inserido (Paulo está se defendendo de críticos que o atacavam) e a interpretação comum dos judeus para o termo “espinho”.[20]. João Crisóstomo,[21] um dos Pais da igreja, defendia essa opinião; para ele o espinho era uma referência aos problemas que ele enfrentava com seus opositores.[22]

Há dois textos no Antigo Testamento em que os inimigos de Israel são tratados figuradamente como “espinhos”. O primeiro é Nm 33.55 (cf. Js 23.13). Neste texto, Moisés está ordenando ao povo que erradicassem os cananeus da terra que os israelitas herdariam. Caso o povo não respeitasse essa ordem vinda de Deus, os povos canaanitas lhes seriam como “espinhos nos vossos olhos e como aguilhões nas vossas ilhargas”.[23] O segundo texto é Ez 28.24, que apresenta as nações que oprimiam Israel como sendo um “espinho”. [24]

Tendo explicado a metáfora dos inimigos de Israel como espinho, passaremos a falar das perseguições e oposições que o apóstolo Paulo sofreu.[25] Interessante notar o que o Senhor disse a Ananias com respeito a Paulo: “eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu nome” (At 9.16).[26]

Em 1Co 4.12-12, Paulo diz que foi injuriado, perseguido, caluniado e que foi considerado lixo do mundo e escória de todo ele. Paulo conta em 2Co 1.8-9 que enfrentou a morte várias vezes, e em algumas delas considerou que sua hora de partir havia chegado. Em 2Co 4.7-15, Paulo relata que passou por tribulações, perplexidades, perseguições, tristezas e que levava em seu corpo as marcas do sofrimentos por Cristo.

No texto de 2Co 6.4-10, Paulo relata seus muitos sofrimentos, aflições, privações, angústias, açoites, prisões, tumultos, trabalhos, vigílias no trabalho do Senhor. Paulo faz um registro de seus sofrimentos por amor ao Evangelho em 2Co 11.23-29: prisões, açoites, perigos de morte, cinco vezes recebeu dos judeus uma quarentena de açoites menos um, três vezes foi fustigado com varas, uma vez foi apedrejado, três vezes passou por naufrágios, passou uma noite e um dia no mar, à deriva e realizou muitas jornadas longas.

Ele relata também os vários tipos de perigos que teve de enfrentar por amor ao Evangelho: enfrentou perigos de salteadores, enfrentou perigos entre seu próprio povo, perigos entre gentios, perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar e perigos entre os falsos irmãos. O apóstolo continua seu relato e completa: muitas vezes enfrentou trabalhos pesados, passou fome e sede, muitos jejuns e passou frio e nudez. Temos que registrar aqui também sua preocupação diária com as igrejas e os irmãos. Os relatos de Paulo não terminam. Ainda em 2Co 11.32-23 Paulo menciona sua fuga num grande cesto na cidade de Damasco a fim de que não fosse preso (cf. At 9.24-25).[27]           

CONCLUSÃO.

Como vimos, todas as opiniões sobre o que seria o espinho de Paulo possuem embasamento bíblico. Seja qual for a opção correta, a única certeza que podemos ter é que Deus usa nossa fraqueza para sua glória a fim de ele seja exaltado entre nós. O próprio apóstolo Paulo deixa isso claro com a frase “foi-me posto” (2Co 12.7). O uso do verbo passivo indica que Paulo considerou que Deus era o responsável pelo espinho porque era usado para o bem.[28]

Certamente, a lição mais preciosa que devemos levar de 2Co 12.7-10 é esta: a graça de Deus nos basta, e somente ela. Cada um de nós tem um espinho em nossa carne que nos humilha e faz que reconheçamos a soberania de Deus em nossa vida. Que ouçamos a mesma resposta vinda de Deus para ao apóstolo Paulo. Sobre isso escreveu o conhecido estudioso do Novo Testamento, A. T Robertson:

“É uma benção para o resto de nós não conhecermos a aflição particular que tanto assediava Paulo. Cada um de nós tem algum espirito ou espinho na carne, talvez vários ao mesmo tempo”.[29]


Notas.

[1] Gingrish, Danker, 2012, p.190.

[2] Vicent, Word studies in the New Testament, In: theWord Software.

[3] Robertson, Word pictures in the New Testament, In: theWord Software.

[4] Vicent, Word studies in the New Testament, In: theWord Software.

[5] Easton, Easton’s Bible Dictionary, In: Logos Bible Software.

[6] Radmacher, Allen, House (eds.), 2015, p. 475.

[7] Radmacher, Allen, House (eds.), op. cit., p. 496.

[8] Keller, 2015, p. 156.

[9] Morris, 2014, p. 80.

[10] Jamieson, Fausset, Brown, Commentary Critical and Explanatory on the Whole Bible, In: theWord Software; Scofield, Scofield Reference Notes, In: theWord Software.

[11] Radmacher, Allen, House (eds.), 2015, p. 475; Robertson, Word Pictures in the New Testament, In: theWord Sofware; Scofield, Scofield Reference Notes, In: theWord Software.

[12] Jamieson, Fausset, Brown, Commentary Critical and Explanatory on the Whole Bible, In: theWord Software.

[13] Radmacher, Allen, House (eds.), op.cit., p. 492.

[14] Radmacher, Allen, House (eds.), loc. cit.

[15] Radmacher, Allen, House (eds.), op. cit., p. 475.

[16] Utley, You Can Understand the Bible: Study Guide Commentary Series, In: theWord Software.

[17] Com base em At 20.17, 28 e Tt 1.5, 7, parece-nos que os ofícios de presbíteros e bispo eram uma e a mesma coisa. Paulo usa os termos de maneira intercambiáveis nos textos supracitados. Em At 20.17,28, Paulo convoca os presbíteros, chama-os de bispos e diz que a tarefa deles é pastorearem (função própria de um pastor) o rebanho da igreja. Ele faz uso da mesma dinâmica em Tt 1.5, 7. Historicamente, o ofício de bispo foi separado do de presbítero no séc. II d.C. Otrabalho de ensino e as tarefas pastorais e sacramentos ainda eram compartilhadas entre eles (Williams (ed.), 2000, p. 49, 298).

[18] Lopes, 2006, p. 129.

[19] Radmacher, Allen, House (eds.), op. cit., p. 475.

[20] Radmacher, Allen, House (eds.), loc. cit.

[21] Você pode conhecer a história e legado desse pai da igreja na seguinte obra: LITFIN, Bryan M, Conhecendo os pais da igreja: uma introdução evangélica. São Paulo: Vida Nova, 2015, p. 183-206.

[22] Utley, You Can Understand the Bible: Study Guide Commentary Series, In: theWord Software.

[23] A NVI (Nova Versão Internacional) traduz assim: farpas em seus olhos e espinhos em suas costas. A NTLH (Nova Tradução na Linguagem de Hoje) traduz assim: espinhos nos seus olhos e como ferrões nas suas costas. A NVT (Nova Versão Transformadora) traduz de forma semelhante a NVI.

[24] Radmacher, Allen, House (eds.), 2015, p. 1250.

[25] O Rev. Augustus Nicodemus Lopes fez um interessante esboço da vida de Paulo em um dos capítulos de seu livro Polêmicas na Igreja (São Paulo: Mundo Cristão, 2015, p. 113-116). O capítulo é curiosamente intitulado A vida diária de um apóstolo de verdade.

[26] Lopes, 2014, p. 69.

[27] Cf. Lopes, op. cit., 71.

[28] Barry, Mangum, Brown, et all, Faithlive Study Bible, In: Logos Bible Software.

[29] Robertson, Word Pictures in the New Testament, In: theWord Sofware.


BIBLIOGRAFIA.

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4 comentários em “O ESPINHO NA CARNE DE PAULO.

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  1. Excelente! A bem embasada conclusão ecoou a minha própria intuição aí meditar nesse texto já há tempos. Deus seja louvado pelo testemunho do Espírito Santo que testifica com o nosso espírito a divina filiação!

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  2. Ao meu entender não era doença porque Paulo falou sóbre tudo bem esclarecido agora só rê uma doença ele não iria falar,e mais quandro ele disse um mensageiro d satanás d entender q era alguém ou algo usado por satanás q ele tentava,atormentava.

    Curtido por 1 pessoa

    1. André,

      Esperamos que os argumentos que apresentamos sobre a possibilidade de ter sido uma tentação advinda de Satanás tenha ajudado você. Deus te abençoe.

      Abs.

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