A posição tradicional do cristianismo histórico defende que o ofício apostólico cessou com a morte dos apóstolos de Jesus, e que seus sucessores foram os presbíteros que tinham como função continuar com a pregação do Evangelho e o governo das igrejas.
O Rev. Dr. Augustus Nicodemus Lopes abordou o tema “apóstolos” em seu trabalho de pós-doutorado pelo Westminster Theological Seminary, em 2013, nos EUA. Ele elaborou uma minuciosa pesquisa sobre o moderno movimento apostólico e este trabalho de pesquisa chegou até nós através da publicação do livro “Apóstolos: A verdade bíblica sobre o apostolado”, publicado pela Editora Fiel em 2014.
Em seu livro, Nicodemus diz que um apóstolo era “alguém que tinha sido chamado pessoalmente por Cristo, tinha recebido poder e autoridade para realizar sinais e prodígios e para expulsar demônios, chamado para pregar a proximidade do Reino dos céus e representar e como enviado dele. Ao final, o critério maior para a escolha parece ter sido a decisão pessoal de Jesus, conforme Marcos nos diz, “[Jesus] subiu ao monte e chamou os que ele mesmo quis” (Mc 3.13; cf. At 1.2, “os apóstolos que escolhera”). Jesus conhecia a quem havia escolhido, inclusive Judas, que o haveria de trair (Jo 13.18) (ênfases do autor).[1]
Os Doze Apóstolos e Paulo formavam um grupo único e que tinha uma missão específica, como Nicodemus diz: “A eles o Senhor Jesus encarregou a tarefa de transição da antiga aliança para a nova, do antigo Israel para a Igreja de Cristo, o Israel espiritual, onde eles haveriam de figurar como os dozes patriarcas em relação ao Israel terreno”.[2]
Em 2014, o Rev. Augustus participou de uma conferência na Igreja Batista de Parquelândia, no Ceará, onde abordou o tema de seu livro. A palestra está disponível em vídeo.
Você pode comprar o livro aqui.
Assista a palestra do Rev. Augustus sobre o tema aqui.
[1] LOPES, Augustus Nicodemus, (2014) Apóstolos: a verdade bíblica sobre o apostolado. São José dos Campos, SP: Fiel, p. 41
[2] Ibid, p. 43.
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